O tempo escasseia...


O tempo escasseia…. Cientistas, ”profetas”, falam do fim dos tempos ou melhor dizer o fim de uma civilização. Já entramos no novo ciclo e na nova era, a era de Aquário.

Nestes tempos conturbados, de grandes mudanças a nível da humanidade, a nível do planeta, a nível das consciências, precisamos mudar o nosso nível de ser, o nosso nível de vibração.

Para que isso aconteça precisamos efectuar uma transformação interior, trabalhar sobre nós mesmos. É necessário mudar a nossa forma de pensar, de agir, de falar. Tomar continuamente consciência das nossas dúvidas, medos, sofrimentos, tristezas, a nossa falta de fé e confiança em nós-mesmo.

Esse trabalho deve ser constante com a ajuda da força de vontade, da coragem, da persistência para nos transformar, criando e cultivando a paz, a alegria, a sabedoria, a harmonia, o Amor, com a consciência do nosso sol interior.

Neste blogg podem encontrar alguma orientação. Mas o site http://www.ducielalaterre.org/ é muito mais completo.

Anna Carolina

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O Amor manifesta-se de mil e uma formas

 
 
«Os seres humanos procuram em permanência o Amor à sua volta. Uma criança precisa do Amor dos seus pais, mas por vezes, para obtê-lo, essa criança vai ser “implicativa”; por vezes vai expressar ira porque pensa: “sendo desagradável vou chamar a atenção dos meus pais! Amo-os e desejo que me digam que me amam”. O Amor pode ser manifestado dessa forma.
Na relações humanas, muitas vezes os seres implicativos, indelicados, violentos até, o são muitas vezes porque procuram o Amor com todas as suas forças. Por vezes seres que vocês cruzam parecem não ter Amor; talvez tenham neles um Amor imenso vindo das suas vidas passadas, e estejam permanentemente buscando esse Amor perdido. Isto torna-os tristes e por vezes implicativos a nível do contacto com os seus irmãos.
Na vida, o Amor pode manifestar-se de mil e uma maneiras. Por isso vamos abordar outras maneiras de conceber o Amor.
Existe o Amor passional entre dois seres, primeiro criado por uma atracção física, e talvez vibratória a seguir. Esse Amor passional é muitas vezes criado pelo desejo, pelo pensamento, é alimentado por esse desejo e esse pensamento, logo de certa forma é uma criação mental. No entanto esse Amor passional também pode ter a sua fonte no corpo e na alma. Se for construtivo, se através dele os seres se puderem elevar para um nível mais elevado de Amor, consideramos que esse Amor é sagrado, mas se fica só a nível do corpo, isto é a nível de trocas físicas, se não é elevado para a alma, para um Amor sublimado, ele pode ser realmente destruidor.
De certa forma, um Amor que não é restituído, que passa unicamente e constantemente pela criação mental e o coração, não é alimentado da melhor maneira, assim pode ser definido como fantasia, como desejo não realizado. Também pode corresponder ao que chamam “um amor platónico” que muitas vezes não é reciproco; o ser que o vive cria mentalmente o seu desejo; é o primeiro nível do amor platónico porque pode um dia ser partilhado, porque pode tratar-se de um encontro muito importante, de um reconhecimento entre duas almas, e se não puder ser concretizado, um dos dois seres pode estar na ilusão de um Amor que se pode tornar passional; o amor passional é uma certa ilusão do Amor, excepto se for compreendido e sublimado.
O amor platónico é muitas vezes um amor destruidor, tal como o amor passional, excepto se puder ser sublimado graças ao conhecimento da sua origem. A partir do momento em que um ser tem conhecimento dessa origem, esse amor platónico deixa de o ser, e mesmo que não seja partilhado transforma-se em Amor real e faz crescer a alma da pessoa que o vive. Se esse amor fica ao nível da criação mental, isto quer dizer, da criação pelo pensamento, ele pode ser terrivelmente destruidor, tanto como o pode ser o amor passional.
Podem interrogar-se sobre a forma de amar que são importantes no vosso mundo, porque elas fazem parte da aprendizagem do Amor, por vezes no sofrimento; para permitir que um ser se eleve para um nível superior de Amor, é por vezes necessário que passe pelo sofrimento do coração.
Também há uma outra maneira de compreender e sobretudo de manifestar o Amor. Certas pessoas precisam de uma referência, de uma pessoa que admirem. É o caso de muitos jovens que tomam um cantor, um actor como exemplo. Precisam dessa referência, porque têm imenso Amor neles e não sabem a quem oferecê-lo; de repente sentem uma atracção em relação ao que representa para eles esse cantor ou actor. Querem sentir uma atracção física, mas são muitas vezes atraídos pela vibração do som.
Muitas vezes os jovens são sensíveis aos sons, é por isso que há mais jovens que se agarram mais profundamente a um cantor do que um actor; são sensíveis à vibração do som que desperta neles partes do Amor que ainda está por cultivar. Não é o verdadeiro Amor, é ainda um amor criado pela mente, mas é semelhante, e esse amor também pode torná-los escravos. Eles têm uma necessidade permanente de procurar o Amor em qualquer lado onde pensam encontrá-lo.
Os seres têm uma outra forma de dar o seu Amor. Ao nosso ver, é uma forma ainda mais destruidora que a dos jovens com os seus ídolos! É quando se submetem a um guru, a um homem ou uma mulher que os manipula através do seu carisma, das suas palavras; nessa altura, as pessoas podem amar muito profundamente esses gurus porque pensam que eles são mentores que lhes podem trazer muito, quando muitas vezes esses gurus podem alimentar-se da energia e do Amor dos outros.
Não devem esquecer que o Amor é uma energia! A partir do momento em que concebem que esse Amor é uma energia, uma vibração, vocês compreendem melhor a atracção desses jovens pelos seus ídolos através da vibração do som e da energia que procura essa vibração; é a mesma coisa no que diz respeito à admiração para um guru ou mentor (o que é a mesma coisa).
Porquê tudo isso? Simplesmente porque cada ser humano está permanentemente à procura da vibração Amor que tem nele e que quer alimentar. A sua alma reclama-lhe Amor em permanência; a sua parte Divina também precisa desse Amor. Um ser humano não pode viver sem Amor! Sem Amor ele morre e debilita-se porque precisa verdadeiramente disso.
No entanto podem encontrar esse Amor na natureza porque há mil e uma formas de encontrar o Amor. Há evidentemente a forma mais simples, a da relação com um outro ser humano ou um grupo, a do amor familiar entre pais e filhos e igualmente a da relação do casal quando o amor é muito forte e fusional.
Na Terra, o ser humano busca a perfeição; procura essa perfeição no Amor, muitas vezes sem ter consciência disso, o que o torna por vezes muito triste e infeliz porque essa busca permanente pode gerar muito sofrimento. O chamamento do Amor pode ser totalmente destruidor e levar o ser humano à sua própria destruição.
O amor que vive na matéria é muito evolutivo porque é por vezes difícil; ele cria sofrimento mas também alegrias imensas; se evoluírem através de um Amor que vos faz sofrer, saibam que evoluirão muito mais e muito mais depressa do que através de um Amor que vos traz uma alegria imensa.
Se não tiverem a possibilidade de partilhar o vosso Amor com um companheiro ou uma companheira, amem-se! Partilhem esse Amor com vocês mesmos! Talvez não tenham a mesma satisfação do que se partilharem esse Amor com uma outra pessoa, mas saibam que se se amarem, sentirão os efeitos muito importantes dessa relação de Amor com vocês mesmos. Irradiarão, tornar-se-ão muito mais belos (ou mais belas), estarão sempre com uma melhor saúde e relativizarão a vossa vida. Se tiverem essa relação de Amor com vocês mesmos, tudo será mais fácil a nível do desapego, da aceitação, da tolerância e da compaixão".

Pode reproduzir o texto seguinte e dar cópia dele sob a seguinte condição:
  • que não seja cortado
  • que o seu conteúdo não seja modificado
  • que faça referência ao nosso site http://ducielalaterre.org
  • que o nome de Monique Mathieu seja mencionado

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