O tempo escasseia...


O tempo escasseia…. Cientistas, ”profetas”, falam do fim dos tempos ou melhor dizer o fim de uma civilização. Já entramos no novo ciclo e na nova era, a era de Aquário.

Nestes tempos conturbados, de grandes mudanças a nível da humanidade, a nível do planeta, a nível das consciências, precisamos mudar o nosso nível de ser, o nosso nível de vibração.

Para que isso aconteça precisamos efectuar uma transformação interior, trabalhar sobre nós mesmos. É necessário mudar a nossa forma de pensar, de agir, de falar. Tomar continuamente consciência das nossas dúvidas, medos, sofrimentos, tristezas, a nossa falta de fé e confiança em nós-mesmo.

Esse trabalho deve ser constante com a ajuda da força de vontade, da coragem, da persistência para nos transformar, criando e cultivando a paz, a alegria, a sabedoria, a harmonia, o Amor, com a consciência do nosso sol interior.

Neste blogg podem encontrar alguma orientação. Mas o site http://www.ducielalaterre.org/ é muito mais completo.

Anna Carolina

domingo, 20 de dezembro de 2015

Lição de Sabedoria nº77


«Chegaram no fim do caminho que percorremos juntos. Chegaram em frente de uma praça imensa de onde partem uma multitude de avenidas, de estradas secundárias, mas estas últimas levam sempre às avenidas. Terão que atravessar essa praça que representa um momento fora do tempo onde terão a impressão de estarem sós, em que viverão muitos eventos.
Essa praça, onde cada um de vocês se encontrará numa altura ou noutra da sua vida, terá uma grande importância. Poderão atravessá-la muito rapidamente se tudo o que pusemos em vocês der fruto. Poderão sentir apreensão de atravessá-la, para irem em direcção à avenida que se encontra em frente, do outro lado da praça, e que vos levará sempre mais longe na vossa evolução, na vossa compreensão, que vos aproximará sempre mais dos vossos irmãos de Luz, da vossa própria essência, e da vossa pertença à Fonte.
Estão muito próximo dessa grande praça, mas antes de poderem aceder a ela, muitas decisões assim como muitas posições deverão ser tomadas no vosso coração. Devem interrogar-se em relação a vós mesmos, devem ter uma grande confiança, abandonar o caminho que era familiar para irem para o desconhecido. Saibam que a força está no mais fundo de cada um de vocês, e temos a certeza que poderão atravessar essa praça para irem em direcção ao novo caminho, ao vosso novo destino, esquecendo totalmente o que foi o passado.
O que dizemos referente aos caminhos e essa praça, é claro simbólico em relação ao que são, em relação ao que foram, em relação a todas as decisões que devem tomar para continuarem a ir em frente. O caminho até este dia pareceu muito difícil. Muitas vezes são os vossos bloqueios, os vossos medos, por vezes também as vossas dúvidas que assim o tornaram. Nenhum caminho é difícil, sejam quais forem as épocas e as circunstancias, para aqueles que acreditam, aqueles que têm confiança, que estão despertos e que sabem.
Fazem parte daqueles mas muitas vezes, inconscientemente, põem de novo os véus, não têm mais vontade de avançar, têm vontade de ficar no conhecido, no familiar, no habitual. O desconhecido trava-vos por vezes e assusta-vos, como assusta a travessia da grande praça de que vos falámos. No entanto, cada um de vocês, no mais fundo do seu coração, deseja atravessar essa praça para ir em direcção a esse mundo tão desejado, tão esperado, onde o irmão será o irmão, onde tudo estará em harmonia, onde a amizade, a fraternidade e o Amor reinarão.
Agora chegam a essa praça. A travessia será mais árdua para alguns porque deverão aligeirar-se de tudo o que acompanhou a sua vida até esse momento, deverão ficar livres, leves, confiantes, deverão ir buscar a força das certezas que estão no mais fundo deles mesmos. Têm essa força, esse poder no mais fundo de vós mesmos, simplesmente devem tomar consciência disso.
Será preciso que consigam fazer a diferença, criando a unidade, entre o veículo e o condutor desse veículo. Devem honrar e amar o veículo que vos leva ao vosso destino, mas sobretudo não devem esquecer o motorista que o conduz. Na vossa vida, apercebem-se apenas do veículo, ignorando muitas vezes o condutor!
Quando agem, coloquem as perguntas certas: sou eu quem age? É o Divino em mim ou o meu veículo? Ao se questionarem, distinguirão se é o pequeno eu, isto é o ego que faz avançar o veículo, ou se é o verdadeiro condutor, a parte mais bela, a mais luminosa, a mais sagrada que está no interior de vocês
As dúvidas quanto às vossas capacidades de se aperceberem tal como são e de nos aperceberem ainda estão muito presentes em vocês. Não é dizendo: ”quero absolutamente ver-vos” que nos verão. É fazendo conscientemente um trabalho de elevação que conseguirão e que poderemos encontrar-nos num outro plano.
O plano da terceira dimensão não é o nosso. Por isso é difícil e penoso para nós manifestar-nos de forma visível aos vossos olhos físicos, como aos olhos da vossa alma aliás, porque isso também faz parte das vossas percepções. Manifestar-nos fisicamente pode ser perigoso para nós. Por isso pedimo-vos para fazerem uma parte do caminho e nós faremos a nossa.»
 
Mots clés: veiculo, caminho, dimensão

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