O tempo escasseia...


O tempo escasseia…. Cientistas, ”profetas”, falam do fim dos tempos ou melhor dizer o fim de uma civilização. Já entramos no novo ciclo e na nova era, a era de Aquário.

Nestes tempos conturbados, de grandes mudanças a nível da humanidade, a nível do planeta, a nível das consciências, precisamos mudar o nosso nível de ser, o nosso nível de vibração.

Para que isso aconteça precisamos efectuar uma transformação interior, trabalhar sobre nós mesmos. É necessário mudar a nossa forma de pensar, de agir, de falar. Tomar continuamente consciência das nossas dúvidas, medos, sofrimentos, tristezas, a nossa falta de fé e confiança em nós-mesmo.

Esse trabalho deve ser constante com a ajuda da força de vontade, da coragem, da persistência para nos transformar, criando e cultivando a paz, a alegria, a sabedoria, a harmonia, o Amor, com a consciência do nosso sol interior.

Neste blogg podem encontrar alguma orientação. Mas o site http://www.ducielalaterre.org/ é muito mais completo.

Anna Carolina

segunda-feira, 8 de junho de 2015

O germe do não-perdão

 
 
«O perdão tem uma importância imensa para aqueles que se deslocam neste caminho de Luz, esse caminho espiritual.

Cada um de vocês, na sua vida, aplicou o perdão, porque viveu coisas mais ou menos agradáveis, mais ou menos difíceis, e no momento em que perdoou, e com a sua consciência, tinha a impressão que tudo estava claro, que tudo estava limpo.

O perdão existe em diversos níveis de consciência, até atingir o germe do não-perdão que se encontra na alma que sofreu. Então limpam mais e mais camadas, mas se não conhecem o germe, isto é a fonte, a alma sempre emitirá, de certa forma, essa energia de não-perdão.

O perdão é primordial para os humanos, e é preciso que o compreendam porque certos seres humanos têm uma vida mais ou menos tranquila, têm a impressão que não têm nada para perdoar, porque tudo está calmo, tudo foi relativamente aplanado na sua consciência.

Desde a sua infância cada ser humano viveu sofrimentos. Na sua infância, sofrimentos da alma puderam impregnar-se nela. Pode igualmente trazer sofrimentos de outras vidas; o perdão deve ser feito, no que diz respeito a esta vida e também as vidas anteriores, para limparem profundamente e retirarem a raiz do não-perdão que pode ainda estar na sua alma.

Pedimo-vos o seguinte: que cada um de vocês, mesmo que não tenha consciência disso, faça um perdão bilateral referente a uma situação ou uma pessoa que vos possa ter feito sofrer. É preciso que perdoem a situação ou a pessoa, e sobretudo que se perdoem a vós mesmos por terem sofrido e impregnado esse sofrimento na vossa alma, mesmo que, mais uma vez, não tenham consciência disso.

Porque é tão importante perdoar? Porque o perdão é uma energia poderosa, uma energia que assimilamos ao Amor, à Sabedoria. Enquanto ficar em vocês uma energia de ressentimento, (talvez seja dizer demais), de não-perdão em vários níveis, não poderão realmente abrir as portas da Sabedoria, e sobretudo a de todas as vossas qualidades humanas e das vossas faculdades psíquicas que descobrirão pouco a pouco.

Para avançarem realmente nesse caminho de Luz que é realmente precioso para vocês e querido aos vossos corações, tentem buscar no mais fundo de vós mesmos os momentos que vos pareceram difíceis na vossa vida, seja a nível emocional, a nível do trabalho, a nível afectivo, ou a qualquer outro nível. Tentem procurar profundamente, porque o que era ainda talvez um pouco desconhecido a nível do não-perdão revelar-se-á um dia; deverão trabalhar todos os dias esse perdão “bilateral”, isto quer dizer perdoarem-se a vós mesmos e perdoar em relação à situação. Podem, claro, enviar muita Luz e Amor sobre todos os pensamentos e as emoções que possam gerar esse não-perdão.

A partir do momento em que tiverem consciência do que fazer a esse nível, estejam certos que o trabalho far-se-á muito mais facilmente e que procurarão muito menos pelo motivo ou a impregnação do sofrimento criado pela relação difícil que gerou o não-perdão.

Perdoar totalmente, é curar-se a si mesmo. Perdoar totalmente, é também ajudar o outro a se curar de uma relação não necessariamente fácil, porque quando há dualidade, as duas partes dessa dualidade estão em sofrimento, mas não necessariamente pela mesma razão. Meditem nisso!

Não têm necessariamente consciência do que pode ser o perdão porque querem simplificar a vossa vida dizendo: “tudo está claro, não quero mal a ninguém nem a min mesmo”, mas por vezes, iludem-se a vós mesmos. Então procurem, façam uma retrospectiva da vossa vida, ide mesmo bem longe, até à vossa infância, para ver se houve momentos em que sentiram ressentimentos, em que geraram esse não-perdão.

Quando perdoam realmente, vão totalmente para o Amor Incondicional. O não-perdão trava-vos, é um freio poderoso tal como o medo, então tentem voar para o que há de mais belo na Terra e que podem por em aplicação: o Amor Incondicional.»

Pode reproduzir o texto seguinte e dar cópia dele sob a seguinte condição:
  • que não seja cortado
  • que o seu conteúdo não seja modificado
  • que faça referência ao nosso site http://ducielalaterre.org
  • que o nome de Monique Mathieu seja mencionado

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